terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Selo Agricultura 100% Familiar

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Para valorizar os produtos da Agricultura Familiar, ampliar seus espaços de comercialização e facilitar sua identificação pelos consumidores, o Governo do Estado do Ceará, o Instituto Agropolos e parceiros entregaram nesta sexta-feira dia 09 de dezembro às 8h30 no Centro Espiritual Uirapuru – CEU, o Selo da Agricultura 100% Familiar a 30 empreendimentos da Agricultura Familiar. Dentre eles, a COOPERFAM. 

Este selo certifica que a produção foi realizada por agricultores familiares do Ceará, que possuam Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), podendo ser comprovado através da DAP física ou jurídica que avalia se a unidade é de produção familiar. Tornando o produto diferenciado e competitivo no mercado.

Outra exigência é que os produtos atendam aos padrões de qualidade do mercado, seguindo normas e orientações que garantam a higiene e padronização. A Cooperativa Agroindustrial dos Pequenos Produtores do Sítio Malhada, uma comunidade do município de Crato, no Cariri, foi pioneira no uso do selo.

Para o agricultor familiar a vantagem é poder comercializar um produto certificado pelo governo do Estado, possibilitar a abertura de mercados institucionais como PAA e PNAE e é garantia para o consumidor que ele está adquirindo produtos diferenciados e valorizando os produtos locais do nosso Estado, contribuindo, dessa forma, com a sustentabilidade ambiental e social no meio rural, gerando mais empregos e renda às famílias rurais.

PS: maiores informações no site: http://www.institutoagropolos.org.br

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

PROGRAMA DE RÁDIO "COOPERFAM EM AÇÃO"_PILOTO




No dia 13 de setembro de 2010 fizemos na sede da COOPERFAM, uma oficina de Rádio Comunitária. A oficina teve como objetivo capacitar uma equipe dentro da Cooperativa que ficasse encarregada de preparar os programas de rádio da COOPERFAM, assim como, criar junto com o grupo um "programa modelo (Piloto)" de 10 minutos. A oficina foi ministrada por Sérgio Lira, radialista, operador de áudio, músico, atualmente coordenador de organização e mobilização da ABRAÇO (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária) no Ceará e Coordenador de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da ABRAÇO Nacional.
Criamos, como resultado da oficina, uma equipe que vai se responsabilizar de criar novos programas de rádio e difundi-los. o próximo passo é o programa ser veiculado na Rádio Comunitária Maranguape FM. 



Para ouvir o programa siga este Link:
PROGRAMA COOPERFAM EM AÇÃO_PILOTO(1).mp3


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Seminário de Planejamento da COOPERFAM

O planejamento aconteceu no dia 28 de outubro de 2011. Todo o trabalho foi realizado em cima de três pilares fundamentais para a Cooperativa, que são: produção, beneficiamento e comercialização. Foram criadas metas para cada área e visto quais seriam as  de longo prazo (L), médio prazo (M) e curto prazo (C).

PRODUÇÃO:
·         Produção orgânica (L)
·         Crédito (C)
·         Assistência técnica
·         Fábrica de rações (L)
·        Aumento de produção de mamão, galinha caipira, peixe,    batata e macaxeira(L)
·         Produção de Urucu (L)
·         Fornecimento de insumos (C)

BENEFICIAMENTO:
·         Apoio técnico (cursos e capacitações) (C)
·         Fábrica de polpa (M)
·         Máxima qualidade (M e L)
·         Atender a novos produtos (M e L)
·         Rótulo e embalagem (C)
·         Processamento mínimo dos produtos comercializados (C)
·         Ampliar condições de armazenamento (C e M)
·         Atender às normas sanitárias (M)
·         Ampliação da Sede (M)

COMERCIALIZAÇÃO:
·         Atingir outros mercados, não só o institucional (C)
·         Menos burocracia para o pagamento (C)
·         Comercialização de produtos beneficiados (C)
·         Mais participação do Assessor BSC na COOPERFAM (C)
·         Participação nas feiras e eventos (M)
·         Ponto comercial em Fortaleza (M)
·         Participação nas feiras do SDE (C)
·         Selo 100% agricultura familiar (M)
·         Selo orgânico (L)
·     Ponto comercial em Maranguape na Sede da COOPERFAM (M)
·         Reconhecimento no mercado (M e L)
Para cada área foi escolhida uma equipe que iria durante o mês de novembro pensar o planejamento e levar a proposta para o próximo seminário de planejamento.

Equipes:

Produção: Maximino, Dionys, Edcarlos, Francisco Evaldo, Amanda, Geovania e Danilo.

Beneficiamento: José Ozane, Erialdo, Maria Jainês, Maria Jailene, Francisca Lima, Jardilina, Arlene, Narlia e Ingrid.

Comercialização: Jeferson, Daniele, Correia, Ana, Toinho, Emanuella, Marcelino, Lucas e wellington.

Próxima quinta-feira, dia 03.11.2011, reunião com os coordenadores de cada equipe.
Dia 08 de dezembro próximo Seminário de Planejamento das 8:30 às 16:30h no Polo de Atendimento do Amanari.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Território Metropolitano José de Alencar

O Território é uma construção coletiva que aproxima os municípios, considerando suas especificidades, para estreitar os laços entre pessoas, grupos sociais e instituições. Sua área sintetiza e materializa, em um determinado espaço geográfico, um processo social, econômico, ecológico e cultural complexo, a interação com outros espaços diferenciados e, sobretudo do urbano com o rural.
Com mais de um milhão de habitantes o Território Metropolitano José de Alencar é o maior do Ceará em termos populacionais. Os onze municípios, Aquiraz, Caucaia, Chorozinho, Eusébio, Guaiuba, Horizonte, Itaitinga, Maracanaú, Maranguape, Pacajus e Pacatuba somam uma área total de 4.038 km².
Caucaia e Chorozinho surgiram de aldeamentos indígenas. O primeiro era composto pelas tribos Potiguares, Tremembés, Cariris e Anacés. Já Chorozinho, localizada às margens do Rio Choró era habitada pelos Jenipapos, Kanindés, Chorós e Quesitos. Seu núcleo urbano surgiu devido aos projetos de combate a seca entre 1932 e 1934. Maranguape, por sua vez, remonta suas origens aos estágios da pré-colonização tendo o povoamento das terras somente no despertar do século XIX, com a chegada do português Joaquim Lopes de Abreu.
Aquiraz foi a primeira vila da capitania, tendo por nome São José de Ribamar do Ceará Grande, sendo, por isso, considerada a primeira capital cearense. Já as origens do mu¬nicípio de Pacajus remontam, ao início do Século XVIII quando nestas terras foi instalada a Missão dos Paiacu, que construiu uma capela de taipa de Nossa Senhora da Conceição e passou a ser chamado sítio Monte-Mor.
Pacatuba conserva os traços urbanos de formação rural, edificações tradicionais e clima bucólico. O município de Itaitinga, desmembrado de Pacatuba em 1992, tem origem na década de 1930 quando chegam as primeiras famílias que habitaram sua terras. Maracanaú, expressão tupi que significa “lugar onde bebem as araras maracanãs”, refere-se à lagoa de mesmo nome, onde se iniciou o povoamento naquela região. Eusébio, originalmente uma área verde de muitos sítios de fortalezenses, hoje abriga vários condomínios fechados de luxo.
Nas atuações desse território estão a indústria, o comércio, a cajucultura e a apicultura. O território teve seu marco inicial em dezembro de 2008 com a realização de um Seminário Territorial onde deram-se início a preparação do planejamento e da disseminação da estratégia de desenvolvimento territorial. Em fevereiro de 2009 na Oficina Estadual, foi firmado o Pacto Social pela territorialização do Ceará, logo em seguida, iniciaram-se os trabalhos para ela-boração do Plano Terrirorial de Desenvolvimento Sustentável.
A área de atuação da COOPERFAM abrange os Territórios Metropolitanos José de Alencar e Sertões de Canindé.
Texto retirado da Cartilha do Território Metropolitano José de Alencar.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O que é o PNAE


O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), implantado em 1955, garante, por meio da transferência de recursos financeiros, a alimentação escolar dos alunos de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos) matriculados em escolas públicas e filantrópicas.
Seu objetivo é atender as necessidades nutricionais dos alunos durante sua permanência em sala de aula, contribuindo para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem e o rendimento escolar dos estudantes, bem como promover a formação de hábitos alimentares saudáveis.
O PNAE tem caráter suplementar, como prevê o artigo 208, incisos IV e VII, da Constituição Federal, quando coloca que o dever do Estado (ou seja, das três esferas governamentais: União, estados e municípios) com a educação é efetivado mediante a garantia de "atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade" (inciso IV) e "atendimento ao educando no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde" (inciso VII).
A partir de 2010, o valor repassado pela União a estados e municípios foi reajustado para R$ 0,30 por dia para cada aluno matriculado em turmas de pré-escola, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos. As creches e as escolas indígenas e quilombolas passam a receber R$ 0,60. Por fim, as escolas que oferecem ensino integral por meio do programa Mais Educação terão R$ 0,90 por dia. Ao todo, o Pnae beneficia 45,6 milhões de estudantes da educação básica.
O repasse é feito diretamente aos estados e municípios, com base no censo escolar realizado no ano anterior ao do atendimento. O programa é acompanhado e fiscalizado diretamente pela sociedade, por meio dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAEs), pelo FNDE, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Secretaria Federal de Controle Interno (SFCI) e pelo Ministério Público.
O orçamento do programa para 2011 é de R$ 3,1 bilhões, para beneficiar 45,6 milhões de estudantes da educação básica e de jovens e adultos. Com a Lei nº 11.947, de 16/6/2009, 30% desse valor – ou seja, R$ 930 milhões – devem ser investidos na compra direta de produtos da agricultura familiar, medida que estimula o desenvolvimento econômico das comunidades.

Texto retirado do site  http://www.fnde.gov.br

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A Cooperativa


A COOPERFAM(Cooperativa Agroecológica da Agricultura Familiar do Caminho de Assis) foi formalizada apenas em março de 2010, embora a intenção dos agricultores de criar uma Cooperativa fosse bem mais remota. Desde 2007 discutíamos com as associações e as comunidades rurais a importância de se organizar em Cooperativa, mas a falta de conhecimento sobre gestão e sobretudo os exemplos negativos das cooperativas agrícolas antigas sempre predominavam nas discussões e acabavam nos intimidando nessa decisão.
Finalmente em meados de 2010, quando avaliávamos a nossa participação nas políticas públicas voltadas para a agricultura familiar do ano de 2009 na região, decidimos então que era chegada a hora de criarmos uma Cooperativa que fosse exclusivamente formada pelos agricultores familiares e que pudesse assim contribuir para a melhoria das nossas condições de vida no campo. Surgiu assim a COOPERATIVA AGROECOLÓGICA DA AGRICULTURA FAMILIAR DO CAMINHO DE ASSIS, com área da atuação nos municípios de Maracanaú, Maranguape, Palmácia, Paramoti, Caridade e Canidé. Esses municípios formam o que se convencionou chamar  no Ceará de CAMINHO DE ASSIS, região que vai de Fortaleza até Canindé, onde se encontra o Santuário de São Francisco de Assis, destino de milhares de romeiros devotos de São Francisco de todo o Nordeste.
Trata-se de uma região semi-árida, com algumas serras no municípos de Palmácia e Maranguape. Com exceção de Maranguape e Maracanaú, que pertencem à Região Metropolitana de Fortaleza, e possuem uma economia mais diversificada, os demais Municípios da área de atuação da Cooperfam são essencialmente dependentes da economia de subsistência e dos programas de transferência de renda dos governos Federal e Estadual.
A COOPERFAM tem atuado no sentido de que os agricultores familiares possam de maneira organizada ocupar esses espaços novos que estão surgindo no mercado. Temos, nos últimos 2 anos conseguido encaminhar aos programas de aquisição de alimentos mais de 300 agricultores familiares da nossa área de atuação. Em 2010, através do trabalho dos Sindicatos e da COOPERFAM contamos com a participação de 63 agricultores comercializando seus produtos para a Prefeitura Minicipal de Maranguape, 32 para a Prefeitura Municipal de Caridade, 193 para o PAA Municipal de Maranguape, 128 para o PAA Municipal de Maracanaú e ultimamente 68 agricultores comercializando com as escolas estaduais da área de atuação da Cooperativa da Região Metropolitana de Fortaleza. São produtos variados, a grande maioria hortifrutigrangeiros.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Programa de Aquisição de Alimentos - PAA

O que é o PAA?
O Programa de Aquisição de Alimentos - PAA tem por objetivo incentivar a agricultura familiar, compreendendo ações vinculadas à distribuição de produtos agropecuários para pessoas em situação de insegurança alimentar e à formação de estoques estratégicos, sendo constituído por instrumentos que permitem a estruturação e o desenvolvimento da agricultura familiar. é acionado após a colheita, no momento da comercialização, quando o esforço do pequeno produtor precisa ser recompensado com a venda da sua produção a preço justo, de forma a remunerar o investimento e o custeio da lavoura, incluindo a mão-de-obra, e lhe permita ter recursos financeiros suficientes para a sobrevivência de sua família com dignidade.
Considerado como uma das principais ações estruturantes da estratégia Fome Zero, o PAA constitui-se em mais um mecanismo de apoio à agricultura familiar, a exemplo do Programa Nacional de Agricultura Familiar - Pronaf e do Proagro Mais, seguro específico para os agricultores familiares.
Instituído pelo Art. 19 da Lei n. 10.696, de 02 de julho de 2003, e regulamentado pelo Decreto n. 6.447, de 07 de maio de 2008, o PAA tem como finalidade precípua o apoio aos agricultores familiares, por meio da aquisição de alimentos de sua produção, com dispensa de licitação. Os alimentos adquiridos diretamente dos agricultores familiares ou de suas associações e cooperativas são destinados à formação de estoques governamentais ou à doação para pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, atendidas por programas sociais locais. A operacionalização do PAA é simples, pois a compra é feita diretamente pela Conab, por preço compensador, respeitando as peculiaridades e hábitos alimentares regionais e a situação do mercado local.
Objetivos:

Remuneração da Produção

O objetivo imediato do PAA é a aquisição dos produtos oriundos da agricultura familiar, na hora oportuna, por preço compensador, trazendo segurança e incentivo para o pequeno agricultor, que passa a planejar suas atividades pela perspectiva de um horizonte maior de previsibilidade. A partir desta ação de compra do governo federal, outros objetivos são delineados, tais como os que se seguem.

Ocupação do Espaço Rural

Ao promover a compra da produção familiar, há maior estabilidade à atividade agrícola e geração de trabalho e renda ao produtor em seu próprio local, com o que se incentiva a permanência e a inclusão social no campo. Com melhores condições de vida, o agricultor e sua família passam a desenvolver a atividade de forma mais ampla e sistemática, explorando com maior racionalidade o espaço rural.

Distribuição de Renda

O pagamento líquido e certo, a preço justo, pela produção agrícola familiar onde antes somente havia níveis mínimos de atividade de subsistência promove maior geração de renda para os agricultores, contribuindo para atenuar a secular iniquidade social. Ao mesmo tempo, assegura a circulação de dinheiro na economia da própria região, possibilitando aos agentes econômicos locais, principalmente o comércio, maior atividade e, por conseguinte, melhores possibilidades de investimentos na região, criando um círculo virtuoso de promoção econômica e bem estar social.

Combate à Fome

Os produtos adquiridos dos agricultores familiares são destinados à formação de estoques de segurança e canalizados prioritariamente para populações em situação de risco alimentar - geralmente residentes na própria região onde os alimentos foram produzidos, a exemplo dos acampados da reforma agrária, quilombolas, indígenas, atingidos por barragens e outros segmentos. São também distribuídos para programas sociais públicos, abastecendo creches, escolas, cozinhas comunitárias, restaurantes populares e entidades assistenciais e/ou beneficentes Com isto, eleva-se o padrão nutricional e são construídos vínculos de solidariedade entre os habitantes da região.

Cultura Alimentar Regional

Ao se adquirir produtos alimentícios de uma determinada localidade, o governo passa a valorizar produtos que muitas vezes são tipicamente regionais. Com isto, preserva-se a cultura alimentar local, enriquece-se a gastronomia - que algumas vezes é atrativo turístico - diversificando-a no nível nacional.

Preservação Ambiental

O PAA vem incentivando a recuperação e preservação da agrobiodiversidade em diversas regiões do País, por meio de incentivos ao trabalho de organizações dedicadas à agricultura familiar voltadas para este fim. Neste sentido, são estimulados sistemas e manejos sustentáveis de cultivos para o desenvolvimento de espécies características das regiões.

Texto retirado do site  http://www.conab.gov.br

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Por que Cooperativa Agroecológica?


A Agroecologia consiste em uma proposta alternativa de agricultura familiar socialmente justa, economicamente viável e ecologicamente sustentável.
O termo pode ser entendido de diversas formas: como ciência, como movimento e como prática. Nesse sentido, a Agroecologia não existe isoladamente, mas é uma ciência integradora que agrega conhecimentos de outras ciências, além de agregar também saberes populares e tradicionais provenientes de experiências de agricultores familiares de comunidades indígenas e camponesas.
O nosso principal objetivo enquanto COOPERATIVA AGROECOLÓGICA é unir conhecimentos técnico-científicos aos conhecimentos já existentes e vividos pelos agricultores em prol do desenvolvimento sustentável de suas comunidades e ajudar a garantir a sustentabilidade do planeta.


Inauguração da Sede










No dia 23 de julho de 2011, inauguramos a  Sede da Cooperativa. A Sede foi cedida pela CODECE (Companhia de Desenvolvimento do Ceará) em comodato. Recebemos a Sede com baixa infra-estrutura e a responsabilidade de melhorá-la é nossa.  Na festa contamos com a presença de nossos associados dos municípios de Caridade e Maranguape, assim como autoridades locais, como o Prefeito de Maranguape, representantes da Câmara de Vereadores de Caridade e Maranguape, representantes da EMATECE, SEDUC, MDA  e dos Sindicatos SINTRAF e FETRAF. Iniciamos com um café da manhã, seguido de apresentações artísticas e falas das autoridades, encerramos com um almoço compartilhado com todos os presentes.


Seminário de Planejamento Estratégico





No dia 25 de junho de 2011, fizemos nosso Seminário de Planejamento Estratégico, com a participação de 40 associados. Neste Seminário construímos juntos a Missão, Visão e Valores da Cooperativa, assim como, criamos o mapa mental da Cooperativa e planejamos as atividades a  partir de cada setor.